Devocional 30 de Março

Março 30, 2008

É necessário que ele cresça e que eu diminua.João 3:30 

Pensamento: Para João Batista, esta fórmula para grandeza não precisou de muitas palavras. Qual é sua fórmula? Paulo disse aos gálatas que uma fórmula semelhante era necessária para eles (Gálatas 4:19). Ele disse aos colossenses que ele gastou toda a sua energia para que isso acontecesse nas vidas dos cristãos (Colossenses 1:28-29).

Paulo disse aos coríntios que o Espírito estava fazendo isso nas suas vidas (2 Coríntios 3:18). Então, não acha que talvez essa seja a fórmula verdadeira para a sua vida?  Oração: Querido Pai no céu, que Jesus cresça e eu diminua no meu coração e na minha vida. No nome de Jesus eu peço. Amém.


Noticias

Março 30, 2008

Igreja blindada

O Rio de Janeiro possui mais de 600 favelas. Igrejas evangélicas convivem neste ambiente, pregando o Evangelho e foram até foco de atenção e elogio da imprensa americana, que ressaltou o trabalho social dos evangélicos em favelas cariocas.

E bem no meio deste universo de peculiaridades culturais e muitos riscos, está uma igreja assustada com o número de balas perdidas que ameaçam os frequentadores de seus cultos. É a Igreja Congregacional de Acari, que decidiu blindar seu templo e irá construir paredes que contarão com concreto, ferro e pedras para maior proteção.

Entre o fogo cruzado de policiais e traficantes, a igreja está localizada em um dos principais acessos à favela de Acari, e é frequente ver a imagem de irmãos atirando-se ao chão na hora dos tiroteios. O pastor Odalirio Luís da Costa, responsável pela igreja, argumenta: “Já contamos com a proteção divina e agora teremos paredão blindado em toda a lateral de 35 metros de comprimento”.

A blindagem deve ficar pronta em fevereiro e conta com a ajuda do auxiliar do atual técnico da Seleção Brasileira de Futebol, o ex-jogador Jorginho. Mas, e você? Acha que esta é a solução para situações como esta?


Automedicação

Março 30, 2008

Automedicação

Sem acompanhamento a doença pode voltar de forma mais grave.As maiores incidências de problemas com automedicação estão ligados à intoxicação e às reações de hipersensibilidade ou alergia manifestada por pequena irritação. Em algumas situações ou em determinados pacientes estas complicações podem ser fatais, mas o normal é o agravamento de doença .

O uso do medicamento sem acompanhamento médico pode esconder alguns sintomas e algum tempo depois a doença volta a se manifestar de forma mais grave. Por outro lado, quando o consumidor negligencia no tratamento, reduzindo ou interrompendo o uso do medicamento antes de atingir a dosagem e o tempo de tratamento prescritos pelo médico, pode-se ter o aparecimento de outras doenças devido ao agravamento da primeira,um simples resfriado, por exemplo, pode transformar-se em pneumonia.

Crianças, mulheres grávidas e idosos necessitam de cuidados especiais com os medicamentos: as crianças pela constituição física, ainda em formação; as grávidas pelo fato de estarem gerando uma nova vida, onde a automedicação pode vir a prejudicar o feto; os idosos devido à sua constituição física mais frágil e vulnerável.

Os doentes ou aqueles que fazem tratamento médico mais longo e são portadores de doenças mais graves, em hipótese alguma podem se automedicar.  Outro problema relacionado à automedicação é a  interação medicamentosa. Mas afinal, o que é isto e do que se trata? Simples, quando medicamentos são administrados concomitantemente,  eles podem se interagir de três formas básicas, a saber: um pode potencializar a ação de outro , pode ocorrer também a perda de efeitos por ações opostas ou ainda a ação de um medicamento alterar a absorção do outro.

Daniele C. Veiga da SilveiraFarmacêutica Bioquímica  CRFSP 35332    Gerente FarmacêuticaFarmácia Unimed Coopersumo


Noticias

Março 30, 2008

Ciência e fé são compatíveis?  

Nosso cotidiano é profundamente influenciado pela ciência. Percebemos isto ao atentar para o copo de água tratada que bebemos ou o telefone celular com o qual nos comunicamos.

Mas a fé também tem profundo impacto em nossas vidas. Max Planck, pai da teoria quântica e ganhador do prêmio Nobel de Física de 1919, testemunha que “… desde a infância a fé firme e inabalável no Todo Poderoso e Todo Bondoso tem profundas raízes em mim.

De certo seus caminhos não são nossos caminhos; mas a confiança nele nos ajuda a vencer as provações mais difíceis”.1 A importância da fé também foi reconhecida pelo pintor impressionista Auguste Renoir, que ao comentar certas obras de grandes pintores disse:

 “Nas obras de antigos mestres jaz uma confiança suave, serena. Ela provém duma conduta despretensiosa, simples, que não existiria sem a fé religiosa como motivo primeiro.

 O homem moderno, porém, enxotou Deus — e assim perdeu segurança”.  O “enxotar Deus”, como Renoir o expressou, é motivo para propagar um falso conflito entre fé e ciência.

 Este falso conflito é contundentemente denunciado pelo sociólogo Rodney Stark, que com base em pesquisas sólidas demonstra a inverdade e o forte viés ideológico de afirmações como: “Fé religiosa é uma manifestação primitiva que desaparece com o a difusão da ciência e tecnologia”, “Religião é oriunda de ilusões e neuroses” ou “Religião é, genericamente, instrumento de manipulação2″. Richard Feynman (prêmio Nobel de Física de 1965), embora não-cristão, concorda que “muitos cientistas crêem na ciência e em Deus, o Deus da revelação, de uma forma perfeitamente consistente.”  

De fato pode-se citar muitos cientistas que consistentemente combina(ra)m uma fé bíblica com uma atividade científica de ponta. Irei citar apenas mais três.  Primeiro, André Marie Ampère, cujo nome ficou para sempre associado à unidade de corrente elétrica, e que recomenda: “Estude as coisas deste mundo, é tua profissão; mas olha-as apenas com um olho e fita o outro permanentemente na luz eterna… Escreva apenas com uma mão; com a outra te segura na veste de Deus assim como uma criança se segura na veste de seu pai”.  

Em segundo lugar, Louis Pasteur, o grande microbiólogo francês do século XIX, entendia a busca pela verdade na ciência e na fé como inter-relacionadas e afirmou: “Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é… Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas”.  

O terceiro seria Arthur L. Schawlow, prêmio Nobel de Física de 1981, que disse: “… eu encontro uma necessidade por Deus no universo e em minha própria vida… Somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento, que nos fala sobre Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender”.  

No Novo Testamento, que nos fala de Deus e de sua manifestação visível em Jesus Cristo, o apóstolo Pedro diz: “Não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade.”

(2 Pe 1.16) Esta preocupação com a autenticidade e a verdade é comum a todos os textos da Bíblia e torna sua mensagem compatível com a ciência praticada por cientistas como Ampère, Pasteur e Schawlow.    Karl Heinz Kienitz